Natal | Falando Sobre o Renascimento. | Significado do Natal.

  Estamos nos aproximando da data em que comemoramos o Natal neste dia 25 próximo. A data é instituída como sendo a data em que nasceu o menino Jesus, apesar de que é uma oficialização que difere em algumas regiões pelo fato de se considerar o dia do nascimento real incerto. O fato é que grande parte do mundo adotou 25 de Dezembro como sendo a data oficial de celebração do nascimento de Jesus. Nesta época se reúnem pessoas cristãos de diversos Países para a comemoração. Há divergências na forma de comemoração de acordo com as culturas locais, credos e doutrinas, sendo para uns uma data estritamente familiar e para outros ela é coletiva. Muitos preferem isolar-se em reflexões, outros reunir-se com a família e outros ainda preferem os festejos. Na maioria dos Países capitalistas há o hábito de iluminar ambientes com luzes coloridas,enfeitar com árvores e ofertar presentes aos mais próximos, embora esta não seja uma tradição cultivada em todos os lugares onde se comemora o Natal.
  Hoje vou me ater a uma palavra muito usada na época de Natal e que representa a razão maior da celebração; o Nascimento. Quando Deus enviou seu filho unigênito ao mundo Ele tinha um propósito, portanto a vinda de Jesus não foi em vão. Deus tinha um objetivo e uma promessa para todos nós, a salvação. Jesus então nasceu e ao longo da sua jornada na terra sofreu toda sorte de injustiças, perseguições e humilhações. Poderia Ele ter vindo como um Deus e aniquilar seus opositores, destruir aqueles que não fossem do seu agrado, castigar de forma que todos eles soubessem que Ele era o filho de Deus, mas não era este o propósito do seu pai. Jesus fora enviado para a salvação e não para a destruição do mundo. Cabia a Ele ser a luz da verdade e trazer ao mundo a chance de arrependimento e a oportunidade de salvação.
  Jesus não possuía bens e toda sua riqueza consistia no amor de Deus, e isto lhe bastava. Nunca atentou para nada que pudesse satisfazer-lhe a matéria e sabia exatamente qual a sua missão. E nossa época há quem não acredite em Jesus, mas o fato é que isto não muda nada. Não é o credo humano que afeta a existência de Deus, muito menos apaga a vinda do seu filho Jesus Cristo. Todas, sim todas as suas palavras estão sendo cumpridas, independente de acreditarmos ou não. Se cremos, confessarmos e de verdade nos arrependermos obteremos o perdão e a salvação de Deus, mas sem fé é impossível agradá-lo. Mas há algo além da fé que é de extrema importância no processo de salvação humana; são as obras desta fé. Obras que de fato comprovem que somos dignos de sermos chamados Filhos de Deus.
  Como assim Filhos de Deus? Sim, entramos agora no campo do Renascimento. Esta palavra base mestre do Natal e que culmina com o propósito da vinda de Jesus Cristo nós podemos encontrar no livro de João capítulo 10 e versículo 10: "O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância".  Ora, nós já estamos aqui porque nascemos, como Jesus disse que vem para que tenhamos vida se nós já a temos? Leia o livro inteiro de João e entenderá sobre o batismo e o renascimento. Ao aceitarmos a Jesus como Senhor e único Salvador de nossas vidas nós renascemos com Ele. Ganhamos vida nova, ou seja, o Renascimento. Somos assim novas criaturas e tudo se faz novo em nossas vidas. Virão novos hábitos, costumes, pensamentos, falas. Mudarão gestos, entonações, enfim tudo mudará sob a influência do Espírito Santo de Deus que passará a habitar em nós.
  Este é o verdadeiro Espírito do Natal; Um nasce para que outros morram e assim possam renascer em Cristo Nosso Senhor. Não é uma data para deleite do corpo, mas para regozijo do Espírito. Não é data para se espalhar, mas para ajuntar. Não uma data para o ódio, mas para a plenitude do amor. É uma celebração estritamente de fé, paz e harmonia onde devemos lembrar que se estamos vivos é porque Ele morreu por nós, em nosso lugar. Ele nos deu oportunidade para sermos salvos deste mundo. Infelizmente nem todos creem desta forma e nem todos serão salvos, mas há uma promessa para aqueles que de fato creem: João capítulo 3 e versículo 15 que diz - "Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".  Que neste Natal Deus possa abençoar ricamente a tua vida e te dê sabedoria para tuas ações afim de que todas as bençãos possam ser multiplicadas. Feliz Natal.

A presente obra, bem como todos os textos contidos nesta web página encontram-se protegidos pelas Leis Nacionais e Internacionais de Direitos de Propriedade Intelectual, sendo proibidas as cópias, colagens, reprodução, divulgação ou uso dos conteúdos apresentados neste blog, independente dos meios ou finalidades, sem a autorização expressa do autor Tony Casanova, a quem cabe, única e exclusivamente os Direitos sobre o material apresentado. A violação destes Direitos se constitui crime previsto na Legislação e será punida com os rigores legais.

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Christmas | Talking About Rebirth. | Meaning of Christmas.

We are approaching the date we celebrate Christmas on this coming 25th. The date is established as the date when the baby Jesus was born, although it is an officialization that differs in some regions because the actual birth day is considered uncertain. The fact is that much of the world adopted December 25 as the official date of celebration of the birth of Jesus. At this time, Christian people from different countries gather for the celebration. There are divergences in the form of commemoration according to local cultures, creeds and doctrines, being for some a strictly familiar date and for others it is collective. Many prefer to isolate themselves in reflections, others to reunite with the family and others still prefer the celebrations. In most capitalist countries there is a habit of illuminating environments with colored lights, spruce with trees, and giving gifts to the nearest ones, although this is not a tradition cultivated in all places where Christmas is celebrated.

Today I will stick to a word very used in the Christmas season and that represents the biggest reason of the celebration; the birth. When God sent his only begotten Son into the world He had a purpose, so the coming of Jesus was not in vain. God had a purpose and a promise to us all, salvation. Jesus was then born and throughout his journey on earth suffered all sorts of injustices, persecutions and humiliations. He could have come as a God and annihilate his opponents, destroy those whom he disliked, punish so that they all knew that he was the son of God, but that was not his father's purpose. Jesus was sent for salvation and not for the destruction of the world. It was up to Him to be the light of truth and to bring the world a chance for repentance and the opportunity for salvation.

Jesus had no possessions and all his wealth consisted in the love of God, and that was enough for him. He never considered anything that could satisfy the matter and knew exactly what his mission was. And in our time there are those who do not believe in Jesus, but the fact is that this does not change anything. It is not the human creed that affects the existence of God, much less erases the coming of his son Jesus Christ. All, yes all your words are being fulfilled, regardless of whether we believe or not. If we believe, confess, and truly repent we will obtain God's forgiveness and salvation, but without faith it is impossible to please Him. But there is something beyond faith that is of utmost importance in the process of human salvation; are the works of this faith. Works that actually prove that we are worthy of being called the Children of God.

What do you mean, Sons of God? Yes, we are now entering the field of the Renaissance. This basic word of Christmas and culminating with the purpose of the coming of Jesus Christ we can find in the book of John chapter 10 and verse 10: "The thief cometh not, but to steal, to kill, and to destroy: I am come that they may have life and have it in abundance. " Why, are we already here because we are born, as Jesus said, coming so we can have life if we already have it? Read the entire book of John and you will understand about baptism and rebirth. As we accept Jesus as Lord and only Savior of our lives, we are reborn with Him. We gain new life, that is, the Renaissance. We are so new creatures and everything becomes new in our lives. New habits, customs, thoughts, speech will come. They will change gestures, intonations, finally everything will change under the influence of the Holy Spirit of God that will come to dwell in us.

This is the true Spirit of Christmas; One is born so that others may die and thus may be reborn in Christ our Lord. It is not a date for the delight of the body, but for the rejoicing of the Spirit. It is no date to spread, but to gather. Not a date for hatred, but for the fullness of love. It is a celebration of strict faith, peace and harmony where we must remember that if we are alive it is because He died for us, in our place. He has given us the opportunity to be saved from this world. Unfortunately not everyone believes this way and not all will be saved, but there is a promise to those who do believe: John chapter 3 and verse 15 that says, "That whosoever believeth in him should not perish but have everlasting life." May this Christmas God richly bless your life and give you wisdom for your actions so that all blessings can be multiplied. Merry Christmas.

The present work, as well as all the texts contained in this web page, are protected by the National and International Laws of Intellectual Property Rights, being prohibited copies, collages, reproduction, dissemination or use of the contents presented in this blog, regardless of media or without the express authorization of the author Tony Casanova, who is solely and exclusively responsible for the material presented. The violation of these Rights constitutes a crime provided for in the Legislation and will be punished with the legal rigors.

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Navidad | Hablando sobre el Renacimiento. | Significado de la Navidad.

Estamos cerca de la fecha en que celebramos la Navidad en este día 25 próximo. La fecha se establece como la fecha en que nació el niño Jesús, a pesar de que es una oficialización que difiere en algunas regiones por el hecho de considerar el día del nacimiento real incierto. El hecho es que gran parte del mundo adoptó el 25 de diciembre como la fecha oficial de celebración del nacimiento de Jesús. En esta época se reúnen personas cristianas de diversos países para la conmemoración. Hay divergencias en la forma de celebración de acuerdo con las culturas locales, credos y doctrinas, siendo para unos una fecha estrictamente familiar y para otros es colectiva. Muchos prefieren aislarse en reflexiones, otros se reúnen con la familia y otros todavía prefieren los festejos. En la mayoría de los países capitalistas hay el hábito de iluminar ambientes con luces de colores, adornar con árboles y ofrecer regalos a los más cercanos, aunque esta no es una tradición cultivada en todos los lugares donde se celebra la Navidad.

Hoy me voy a una palabra muy usada en la época de Navidad y que representa la razón mayor de la celebración; nacimiento. Cuando Dios envió a su hijo unigénito al mundo, tenía un propósito, por lo que la venida de Jesús no fue en vano. Dios tenía un objetivo y una promesa para todos nosotros, la salvación. Jesús entonces nació y a lo largo de su viaje en la tierra sufrió toda suerte de injusticias, persecuciones y humillaciones. Podría haber venido como un Dios y aniquilar a sus opositores, destruir a aquellos que no fueran de su agrado, castigar de modo que todos ellos supieran que Él era el hijo de Dios, pero no era éste el propósito de su padre. Jesús fue enviado a la salvación y no a la destrucción del mundo. Le cabía a Él ser la luz de la verdad y traer al mundo la oportunidad de arrepentimiento y la oportunidad de salvación.

Jesús no poseía bienes y toda su riqueza consistía en el amor de Dios, y esto le bastaba. Nunca atentó para nada que pudiera satisfacerle la materia y sabía exactamente cuál era su misión. Y nuestra época hay quien no crea en Jesús, pero el hecho es que esto no cambia nada. No es el credo humano que afecta la existencia de Dios, mucho menos apaga la venida de su hijo Jesucristo. Todas, sí todas sus palabras están siendo cumplidas, independientemente de creer o no. Si creemos, confesamos y de verdad nos arrepentiremos obtendremos el perdón y la salvación de Dios, pero sin fe es imposible agradarle. Pero hay algo más allá de la fe que es de extrema importancia en el proceso de salvación humana; son las obras de esta fe. Obras que de hecho comprueben que somos dignos de ser llamados Hijos de Dios.

¿Cómo así Hijos de Dios? Sí, entramos ahora en el campo del Renacimiento. Esta palabra base principal de la Navidad y que culmina con el propósito de la venida de Jesucristo podemos encontrar en el libro de Juan capítulo 10 y versículo 10: "El ladrón no viene sino a robar, a matar ya destruir, he venido para que tengan vida y la tengan en abundancia. Ahora bien, ya estamos aquí porque nacimos, como Jesús dijo que viene para que tengamos vida si ya la tenemos? Lea el libro entero de Juan y entenderá sobre el bautismo y el renacimiento. Al aceptar a Jesús como Señor y único Salvador de nuestras vidas, renacimos con Él. Ganamos vida nueva, o sea, el Renacimiento. Somos así nuevas criaturas y todo se hace nuevo en nuestras vidas. Vendrán nuevos hábitos, costumbres, pensamientos, palabras. Cambiarán gestos, entonaciones, en fin todo cambiará bajo la influencia del Espíritu Santo de Dios que pasará a habitar en nosotros.

Este es el verdadero Espíritu de la Navidad; Un nace para que otros mueran y así puedan renacer en Cristo Nuestro Señor. No es una fecha para deleite del cuerpo, sino para regocijo del Espíritu. No es fecha para extenderse, sino para juntar. No una fecha para el odio, sino para la plenitud del amor. Es una celebración estrictamente de fe, paz y armonía donde debemos recordar que si estamos vivos es porque Él murió por nosotros, en nuestro lugar. Él nos dio la oportunidad de ser salvos de este mundo. Desgraciadamente no todos creen de esta manera y no todos serán salvos, pero hay una promesa para aquellos que de hecho creen: Juan capítulo 3 y versículo 15 que dice - "Para que todo aquel que en él cree no perezca, sino que tenga vida eterna. Que en esta Navidad Dios pueda bendecir ricamente tu vida y te dé sabiduría para tus acciones para que todas las bendiciones puedan ser multiplicadas. Feliz navidad.

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Conversando | Eu e Meu Vizinho | Será o Fim?

  Esta semana ocorreu mais uma vez um evento sempre muito prazeroso para mim e acredito que também seja para ele, meu vizinho.  Sempre que nos vemos nos cumprimentamos embora nem sempre paremos para conversar por ele ter uma família grande a quem deve dar atenção, mas quando nos sobra um tempinho, lá vamos nós para aquela conversa agradável e produtiva. Eu, embora não pareça, não sou de relacionamento fácil com desconhecidos e quando isso ocorre fico sempre observando os rumos da condução da prosa. Com ele foi diferente, senti segurança desde a nossa primeira conversa a dez anos atrás e confesso que me sinto bem dividindo momentos naquele tempinho que nos reservamos. Uma família de paz, calma, pacata e festiva. Boas pessoas.
  Falávamos esta semana sobre as questões da violência, da insegurança urbana. Nós que somos de gerações anteriores á esta, ficamos nos indagando em que o mundo havia se transformado. Em certo momento ele olha para mim e pergunta: - Vizinho, será o fim mesmo? O Armagedom, o Apocalipse?  Eu lhe respondi: É vizinho, infelizmente não é o fim ainda, mas apenas o começo. Plantamos e está chegando a hora da colheita, mas apenas chegando. Ainda não começamos a colher porque continuamos a plantar. Quando vir o dia da colheita, ai sim, saberemos que é realmente o fim. Disse isso e a nossa conversa prosseguiu enquanto falávamos do modelo disciplinar das famílias modernas, das pressões para que hajam mudanças nos padrões já existentes, na interferência do Estado nas famílias, as mídias enxertando suas opiniões formadas para a massa, enfim.
  Foi muito bom percebermos que estávamos reconhecendo o que estava acontecendo com o mundo, mais ainda que percebemos como e quando começaram a sugestionar mudanças nos hábitos e nos costumes populares. Saber destes detalhes indicava que estávamos ligados, atentos aos detalhes e que não somos os únicos nesta condição. A corrupção familiar começou de externa, veio de fora para dentro e hoje ela ganhou força e já contamina a sociedade de dentro para fora. Ninguém atentou que pequenos hábitos ou costumes corrompidos resultariam em um enorme estrago coletivo e as mídias perniciosas invadiram os lares com seus ensinamentos, conselhos e sugestões de modelos disciplinares que pareciam perfeitos, mas abriam portas para tudo que hoje acontece.  
  Culpa das mídias? Não! Absolutamente não! A culpa é do nosso despreparo, da falta de imposição, de resistência aos novos padrões. Convenientemente a sociedade começou a aderir aos princípios sugeridos de disciplina e passou a sugestionar como normais fatos que antes eram considerados absurdos. Foi um trabalho de gotejamento cuja lentidão tornava a ação imperceptível, mas os resultados foram alarmantes. Se gotas de água pingam de forma constante sobre uma pedra, acabam por perfurá-la, mas se tentarmos observar esta ação não iremos perceber até que o buraco esteja feito. Foi assim que a célula familiar foi corrompida, dia-a-dia, gota-a-gota, incessantemente e de forma imperceptível. Abriu-se um buraco na família e o estrago está feito.
  Infelizmente há pouco que ser feito a não ser preservar o que restou e termos cuidado para também não nos corrompermos. Novas gerações virão e elas serão disciplinadas pelos que aqui estão, serão seus hábitos, seus costumes e suas consequências. Nós somos resultados dos costumes dos nossos avós que foram transmitidos aos nossos pais, mas e agora, que iremos deixar como herança para os nossos netos? Conselhos que eles não querem ouvir e se ouvem não respeitam? Obviamente não em todos os lares, mas há grupos familiares onde nenhum membro consegue ter respeito ao outro. Sobem os números de homicídios praticados em família, os exemplos de desrespeito e descaso com a autoridade dos pais, enfim. Foi sobre isto que eu e meu vizinho falamos esta semana e como sempre, foi uma conversa excelentemente produtiva.
  Neste Natal e não somente nele, mas durante todo o ano, reserve um espaço periódico de tempo para reunir-se e conversar com seus vizinhos, interaja com eles não somente online, mas presencialmente. Socialize-se realmente com aqueles que estão próximos e desfrute de boas conversas, você verá que o resultado disso é impressionante. Aproveito este espaço para te desejar um Natal de paz com muito amor, paz, saúde e harmonia. Feliz Natal.

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 Chatting | Me and My Neighbor | Is it the End?

  This week has again been a very pleasurable event for me and I believe it is also for him, my neighbor. Whenever we see each other, we greet each other, though we do not always stop to talk because he has a large family to attend to, but when we have a little time left, we go to that pleasant and productive conversation. I, although it does not seem, I am not of easy relationship with strangers and when this happens I always observe the directions of the prose conduction. With him it was different, I felt safe from our first conversation ten years ago and I confess that I feel good sharing moments in that time that we reserve. A family of peace, calm, calm and festive. Good people.

  We talked this week about the issues of violence, urban insecurity. We who are of generations before this, we are inquiring in which the world had been transformed. At one point he looks at me and asks, "Neighbor, is it really going to end?" Armageddon, the Apocalypse? I replied: It is a neighbor, unfortunately it is not the end yet, but only the beginning. We plant and the harvest time is coming, but just coming. We have not started harvesting because we continue to plant. When you see the day of the harvest, yes, we will know that it is really the end. He said this and our conversation continued as we talked about the disciplinary model of modern families, the pressures for changes in existing patterns, the interference of the State in families, the media grafting their opinions formed for the mass, in short.

  It was very nice to realize that we were recognizing what was happening to the world, even more so as we realized how and when they began to suggest changes in popular habits and customs. Knowing these details indicated that we were connected, attentive to the details and that we are not the only ones in this condition. Family corruption began from outside, has come from the outside in and today it has gained strength and already contaminates society from the inside out. No one realized that corrupted little habits or customs would result in massive collective havoc and pernicious media invaded the homes with their teachings, advice, and suggestions for disciplinary models that seemed perfect, but opened doors for everything that happens today.

  Media Blame? No! Absolutely not! The fault is our unpreparedness, lack of imposition, resistance to new standards. Conveniently society began to adhere to the suggested principles of discipline and began to suggest as normal facts that were once considered absurd. It was a drip job whose slowness made the action imperceptible, but the results were alarming. If drops of water drip constantly onto a stone, they will eventually pierce it, but if we try to observe this action we will not notice until the hole is made. This is how the family cell was corrupted, day-to-day, drop by drop, incessantly and imperceptibly. A hole has opened in the family and the damage is done.

  Unfortunately there is little to be done except to preserve what remains and to be careful not to corrupt ourselves either. New generations will come and they will be disciplined by those who are here, their habits, their customs and their consequences. We are the results of the customs of our grandparents that were passed on to our parents, but now, what will we leave as an inheritance for our grandchildren? Advice they do not want to hear and they do not respect? Obviously not in every home, but there are family groups where no member can have respect for the other. There are numbers of homicides practiced in the family, examples of disrespect and disregard for parental authority, in short. This is what my neighbor and I talked about this week and, as always, it was an excellently productive conversation.

  This Christmas and not only in it, but throughout the year, reserve a period space of time to meet and talk with your neighbors, interact with them not only online, but in person. Really socialize with those who are close and enjoy good conversations, you will see that the result of this is impressive. I take this space to wish you a Christmas of peace with much love, peace, health and harmony. Merry Christmas.



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 Conversando | Yo y mi vecino | ¿Será el Fin?

  Esta semana ocurrió una vez más un evento siempre muy placentero para mí y creo que también es para él, mi vecino. Siempre que nos vemos nos saludamos aunque no siempre paramos para conversar por él tener una familia grande a quien debe prestar atención, pero cuando nos queda un rato, allá vamos para esa conversación agradable y productiva. Yo, aunque no parezca, no soy de relación fácil con desconocidos y cuando eso ocurre siempre estoy observando los rumbos de la conducción de la prosa. Con él fue diferente, sentí seguridad desde nuestra primera conversación hace diez años y confieso que me siento bien dividiendo momentos en aquel tiempo que nos reservamos. Una familia de paz, calma, pacífica y festiva. Buenas personas.

  Hablábamos esta semana sobre las cuestiones de la violencia, la inseguridad urbana. Nosotros que somos de generaciones anteriores a ésta, nos quedamos indagando en que el mundo se había transformado. En cierto momento él me mira y pregunta: - ¿Vecito, será el fin mismo? El Armagedón, el Apocalipsis? Yo le respondí: Es vecino, desafortunadamente no es el fin todavía, pero apenas el comienzo. Plantamos y está llegando la hora de la cosecha, pero apenas llegando. Todavía no empezamos a cosechar porque seguimos plantando. Cuando venga el día de la cosecha, sí, sabremos que es realmente el fin. En el caso de las familias modernas, de las presiones para que haya cambios en los patrones ya existentes, en la interferencia del Estado en las familias, los medios injerten sus opiniones formadas para la masa, en fin.

  Fue muy bueno darnos cuenta de que estábamos reconociendo lo que estaba pasando con el mundo, más aún que percibimos cómo y cuándo comenzaron a sugestionar cambios en los hábitos y las costumbres populares. Saber de estos detalles indicaba que estábamos ligados, atentos a los detalles y que no somos los únicos en esta condición. La corrupción familiar comenzó de exterior, vino de fuera hacia adentro y hoy ella ganó fuerza y ​​ya contamina la sociedad de dentro hacia fuera. Nadie atentó que pequeños hábitos o costumbres corrompidas resultaran en un enorme estrago colectivo y los medios perniciosos invadieron los hogares con sus enseñanzas, consejos y sugerencias de modelos disciplinarios que parecían perfectos, pero abrían puertas para todo lo que hoy sucede.

  ¿Culpa de los medios? ¡No! ¡Absolutamente no! La culpa es de nuestra despreparación, de la falta de imposición, de resistencia a los nuevos patrones. Convenientemente la sociedad comenzó a adherirse a los principios sugeridos de disciplina y pasó a sugestionar como normales hechos que antes eran considerados absurdos. Fue un trabajo de goteo cuya lentitud hacía la acción imperceptible, pero los resultados fueron alarmantes. Si gotas de agua gotean de forma constante sobre una piedra, acaban por perforarla, pero si intentamos observar esta acción no vamos a percibir hasta que el agujero esté hecho. Fue así que la célula familiar fue corrompida, día a día, gota a gota, incesantemente y de forma imperceptible. Se abrió un agujero en la familia y el estrago está hecho.

  Desafortunadamente, hace poco que se haría a no ser preservar lo que restó y tener cuidado para que no nos corromper. Nuevas generaciones vendrán y ellas serán disciplinadas por los que aquí están, serán sus hábitos, sus costumbres y sus consecuencias. Nosotros somos resultados de las costumbres de nuestros abuelos que fueron transmitidos a nuestros padres, pero y ahora, ¿qué vamos a dejar como herencia a nuestros nietos? Consejos que no quieren oír y oír no respetan? Obviamente no en todos los hogares, pero hay grupos familiares donde ningún miembro logra tener respeto al otro. Los números de homicidios practicados en familia, los ejemplos de falta de respeto y descuido con la autoridad de los padres, en fin. Fue sobre esto que yo y mi vecino hablamos esta semana y como siempre, fue una conversación excelentemente productiva.

  En esta Navidad y no sólo en él, pero durante todo el año, reserve un espacio periódico de tiempo para reunirse y conversar con sus vecinos, interactuar con ellos no sólo en línea, sino presencialmente. Socialice realmente con aquellos que están cerca y disfrute de buenas conversaciones, usted verá que el resultado de ello es impresionante. Aprovecho este espacio para desearte una Navidad de paz con mucho amor, paz, salud y armonía. Feliz navidad.



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