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Mãe | Dedicação Eterna, Paixão por Toda Vida.

  Falar de mãe é sempre algo muito agradável e eu como não sou diferente de nenhum outro ser humano, também sou saudosista quando refiro-me á dona Mira, esta figura humana que partiu ainda jovem, deste plano para um outro melhor, assim eu creio. Guardo em minhas memórias todas as bons momentos que juntos vivemos quando tivemos uma vida humilde, mas repleta de amor. Há em nossos tempos aqueles que contestem os métodos disciplinares utilizados nas décadas passadas, mas todos que viveram este período sabem quão importantes foram os corretivos aplicados por nossas mães na infância. Exagerado e desumano! Talvez pensem hoje os politicamente corretos, mas independente dos meios, aqui eu procuro iluminar os fins. Uma boa mãe, aquela que realmente ama seu filho e deseja para ele o melhor, jamais lhe aplica um corretivo sem uma intenção disciplinar e nunca perde o foco ou limite desta correção. Assim agia dona Mira e creio eu, tantas outras mães.
  Recordo-me que mamãe não perdia a oportunidade de me aplicar um corretivo sempre que eu fazia algo errado dentro dos seus padrões de conduta, assim era o seu jeito de cuidar de mim, de me mostrar que eu poderia sim cometer erros, mas ela estaria sempre ali para corrigi-los e fazia isso não pensando no leite que havia sido derramado e sim ensinando-me a não derramar leite de outras vezes. Quando eu era disciplina ela sempre me dizia porque estava aplicando o corretivo e qual a consequência daquele erro. Dentro dos padrões modernos isto não cabe, tendo cada criança, "Direitos" á liberdade, privacidade e ação e tudo isso com a ameaça de prisão daqueles que descumprirem o que o Estado determina legalmente.
  Perdi as contas de quantas vezes fui disciplinado, mas ainda maiores foram as vezes que fui generosamente amado por aquela mulher simples, humilde e em quem eu confiava minha vida. Minha relação com mamãe sempre foi muito estreita e éramos um pilar do outro, obviamente por ser seu único filho presente, aquele em quem ela depositava plena confiança de que iria crescer e ter um caráter reto e socialmente digno. Hoje eu posso seguramente dizer que mamãe conseguiu, colocou-me no perfeito caminho da correção e da disciplina, ensinou-me caminhos e me ajudou a fazer escolhas, sempre do seu jeito. Eu acredito, sem nenhuma sombra de dúvida que nenhum filho que outrora foi disciplinado por sua mãe perdeu algo, mas todos ganharam não só o amor, mas a oportunidade de se tornarem honrados e honestos.
  Mas nem tudo era conduzido á base de disciplina e corretivos e mamãe, apesar da pouca formação que possuía, tinha enorme facilidade na oratória e muitas vezes, geralmente á noite, ela me convidava a sentar com ela e conversava comigo. Explicava que incondicionalmente me amava e que faria qualquer coisa por mim. Não sei quantos de vocês possuem a noção de quanto peso há nestas palavras e de como elas são bem vindas. O afeito causado por conversas deste tipo é superior á dor de qualquer punição. É um bálsamo, uma massagem na alma e um refrigério ao coração. Mãe é aquela pessoa única a quem está a responsabilidade da nossa criação. Não há nenhuma outra pessoa que nos represente tão bem quanto ela. Nenhum poder, exceto o de Deus, que possa ser maior sobre nós do que o dela. Mãe é tudo!
  Com esta matéria tão saudosista, eu homenageio aqui não somente a minha mãe dona Mira, mas a todas as mães que já se foram e que em vida, deram o que tinham de melhor aos seus filhos, amando-os e disciplinando á medida do necessário, sempre zelando para que todos se tornassem pessoas honradas, dignas e respeitosas. Mães que ainda estão vivas e no labor das suas nobres funções, cuidam infinitamente dos seus filhos apenas com uma certeza; eles nunca crescerão o suficiente para deixarem de ser filhos. Assim, aqui vai esta homenagem á minha mãe, á sua mãe e a todas as mães deste mundo e que Deus as abençoe eternamente.

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 Mother | Eternal Dedication, Passion for All Life.

   To speak of a mother is always something very pleasant, and since I am no different from any other human being, I am also nostalgic when I refer to Dona Mira, this human figure who left as a young man, from this plan to a better one, I believe. I keep in my memories all the good moments that together we lived when we had a humble life, but full of love. There are in our times those who dispute the disciplinary methods used in the past decades, but everyone who lived through this period knows how important the correctives were applied by our mothers in childhood. Exaggerated and inhumane! Perhaps today they think the politically correct, but regardless of the means, here I try to illuminate the ends. A good mother, the one who really loves her child and wants the best for him, never applies a corrective without a disciplinary intention and never loses the focus or limit of this correction. So I acted Dona Mira and I believe, so many other mothers.
  I remembered that Mom did not miss the opportunity to apply a corrective whenever I did something wrong within her standards of conduct, so was her way of looking after me, of showing me that I could make mistakes, but she would be always there to correct them and did this not thinking about the milk that had been poured but rather teaching me not to pour milk from other times. When I was a discipline she always told me why she was applying the corrective and what the consequence of that mistake. Within modern standards this does not fit, with each child, "rights" to freedom, privacy and action and all this with the threat of arrest of those who fail to comply with what the state determines legally.
  I lost count of how often I was disciplined, but even greater were the times I was generously loved by that simple, humble woman and in whom I trusted my life. My relationship with Mama was always very close and we were a pillar of the other, obviously because she was her only child present, the one in whom she placed full confidence that she would grow up and have a straight and socially dignified character. Today I can safely say that Mother succeeded, put me on the perfect path of correction and discipline, taught me ways and helped me make choices, always in her own way. I believe, without any shadow of a doubt, that no son who was once disciplined by his mother lost something, but they all won not only love, but the opportunity to become honest and honest.
  But everything was not conducted on a basis of discipline and corrective, and Mother, in spite of the little training she had, had great facility in oratory, and often, often at night, she invited me to sit with her and talk to me. She explained that she loved me unconditionally and that she would do anything for me. I do not know how many of you have the notion of how much weight there is in these words and how welcome they are. The affection caused by conversations of this kind is superior to the pain of any punishment. It is a balm, a massage in the soul and a refreshing heart. Mother is that unique person who is responsible for our creation. There is no other person who represents us as well as she does. No power, except God's, that can be greater over us than hers. Mother is everything!
  With this subject so nostalgic, I pay tribute here not only to my mother Dona Mira, but to all the mothers who have already left and who in life gave their children the best they could, loving and disciplining them as necessary , always making sure that everyone became honest, dignified and respectful people. Mothers who are still alive and in the work of their noble functions, care infinitely of their children with a certainty; they will never grow up enough to stop being children. So, here is this homage to my mother, mother and all the mothers of this world and may God bless them eternally.

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 Madre | Dedicación Eterna, Pasión por toda la vida.

   Hablar de madre es siempre algo muy agradable y yo como no soy diferente de ningún otro ser humano, también soy saludable cuando me refiero a doña Mira, esta figura humana que partió aún joven, de este plano a otro mejor, así lo creo. Guardo en mis memorias todos los buenos momentos que juntos vivimos cuando tuvimos una vida humilde, pero repleta de amor. Hay en nuestros tiempos aquellos que contendran los métodos disciplinares utilizados en las décadas pasadas, pero todos los que vivieron este período saben cuán importantes fueron los correctivos aplicados por nuestras madres en la infancia. ¡Exagerado e inhumano! Tal vez piensen hoy los políticamente correctos, pero independiente de los medios, aquí yo procuro iluminar los fines. Una buena madre, aquella que realmente ama a su hijo y desea para él lo mejor, jamás le aplica un correctivo sin una intención disciplinaria y nunca pierde el foco o límite de esta corrección. Así actuaba doña Mira y creo yo, tantas otras madres.
  Recuerdo que mamá no perdía la oportunidad de aplicarme un correctivo siempre que yo hacía algo mal dentro de sus patrones de conducta, así era su manera de cuidar de mí, de mostrarme que yo podría cometer errores, pero ella estaría siempre allí para corregirlos y hacía eso no pensando en la leche que había sido derramada y sí enseñándome a no derramar leche de otras veces. Cuando era disciplina ella siempre me decía porque estaba aplicando el correctivo y cuál era la consecuencia de aquel error. Dentro de los patrones modernos esto no cabe, teniendo cada niño, "Derechos" a la libertad, privacidad y acción y todo ello con la amenaza de prisión de aquellos que incumplan lo que el Estado determina legalmente.
  Perdí las cuentas de cuantas veces fui disciplinado, pero aún mayores fueron las veces que fui generosamente amado por aquella mujer simple, humilde y en quien yo confiaba mi vida. Mi relación con mamá siempre fue muy estrecha y éramos un pilar del otro, obviamente por ser su único hijo presente, aquel en quien ella depositaba plena confianza de que iba a crecer y tener un carácter recto y socialmente digno. Hoy puedo seguramente decir que mamá consiguió, me colocó en el camino perfecto de la corrección y de la disciplina, me enseñó caminos y me ayudó a tomar decisiones, siempre a su manera. Yo creo, sin ninguna sombra de duda que ningún hijo que otrora fue disciplinado por su madre perdió algo, pero todos ganaron no sólo el amor, sino la oportunidad de hacerse honrados y honestos.
  Pero no todo era conducido a la base de disciplina y correctivos y mamá, a pesar de la poca formación que poseía, tenía enorme facilidad en la oratoria y muchas veces, generalmente por la noche, ella me invitaba a sentarse con ella y conversaba conmigo. Explica que incondicionalmente me amaba y que haría cualquier cosa por mí. No sé cuántos de ustedes tienen la noción de cuánto peso hay en estas palabras y de cómo son bienvenidas. El afecto causado por conversaciones de este tipo es superior al dolor de cualquier castigo. Es un bálsamo, un masaje en el alma y un refrigerio al corazón. Madre es aquella persona única a quien está la responsabilidad de nuestra creación. No hay otra persona que nos represente tan bien como ella. Ningún poder, excepto el de Dios, que pueda ser mayor sobre nosotros que el suyo. ¡Madre es todo!
  Con esta materia tan saudosa, yo renova aquí no sólo a mi madre dueña Mira, sino a todas las madres que ya se fueron y que en vida, dieron lo que tenían de mejor a sus hijos, amándolos y disciplinando a la medida de lo necesario , siempre velando para que todos se convirtieran en personas honradas, dignas y respetuosas. Madres que aún están vivas y en la labor de sus nobles funciones, cuidan infinitamente de sus hijos sólo con una certeza; no crecerán lo suficiente para dejar de ser hijos. Así, aquí va este homenaje a mi madre, a su madre ya todas las madres de este mundo y que Dios las bendiga eternamente.

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Tony Casanova, brasileiro, natural de Salvador-BA, escreve desde 1976 e é fundador e administrador do Projeto Roda Cultural, instituição virtual de apoio ás Artes e Artistas em geral. Autor dos E-books "Panorama da Artes", "No Litoral das Relações" , "Relações Instáveis", "O Amor Fala Francês", "O amor segundo a Bíblia", este último inspirado em uma matéria sua publicada no blog Mesa Farta e que teve mais de 10.000 leitores. O escritor Tony Casanova escreve em vários estilos, tendo herdado suas técnicas a partir de leituras feitas a partir de grandes vultos da literatura brasileira, entre os quais estão Castro Alves, Rui Barbosa, Cora Coralina, Érico Veríssimo, Carlos Drummond de Andrade e outros. Gosta do estilo lírico e tem forte inclinação a esta técnica. O autor tem várias publicações em suas páginas da internet. Entre os gêneros literários que escreve estão a Crônica, Poesia, Poema, Ficção e Romance.